
A resposta não está nos números. Está nas pessoas.
Harvard Business School (2025) comprova: 89% dos fracassos executivos são por deficiências em soft skills, não competência técnica.
O paradoxo: quanto mais sênior o cargo, menos importam habilidades técnicas e mais importam habilidades humanas.
CFO que não sabe liderar equipes, influenciar stakeholders e comunicar estrategicamente fica limitado a posições operacionais.
O que mais me chama atenção é a resistência de profissionais brilhantes em reconhecer essa realidade. Muitos acreditam que domínio técnico superior compensará deficiências em liderança. Na prática, vejo CFOs com MBA em finanças sendo superados por profissionais com menor conhecimento técnico, mas superior capacidade de influenciar decisões e mobilizar equipes.
A transição para o C-Level exige uma reinvenção completa do perfil profissional. Não basta ser o melhor analista; é preciso ser o melhor comunicador de análises. Não basta entender os números; é preciso fazer outros entenderem e agirem com base neles. Essa transformação de especialista para líder é o maior desafio da carreira executiva.
A pergunta é: você domina os números ou também domina quem os produz?
Fonte: Harvard Business School – Executive Leadership 2025 | McKinsey Leadership Survey 2025
Paschoal Tadeu – Coordenador do Mestrado
EDITORIAL PÓS-GRADUAÇÃO CEFIN
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